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Santa Missa: oração, silêncio e Ritos Iniciais

“A Missa significa repercorrer o calvário, não é um espetáculo.” Papa Francisco

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03.11.2025 07:00:00 | 16 minutos de leitura

Santa Missa: oração, silêncio e Ritos Iniciais

Padre Rafael Pedro Susrina, psdp

A Celebração Eucarística é a oração por excelência da Igreja: não um espetáculo, mas um encontro vivo com o Senhor que passa pelo mistério da paixão, morte e ressurreição de Cristo. O presente texto pretende oferecer uma exposição clara e pastoral sobre os Ritos Iniciais da Missa – sua natureza, seu sentido e as atitudes que nos ajudam a viver com profundidade cada momento. 

Introdução: entrar no mistério e fazer silêncio

Ao celebrar, somos convidados a “entrar” no mistério pascal de Jesus. O Papa Francisco nos lembra com força:

“É este o significado da Missa: entrar na paixão, morte, ressurreição, ascensão de Jesus; quando vamos à Missa é como se fôssemos ao calvário, a mesma coisa. Mas pensai: no momento da Missa vamos ao calvário e sabemos que aquele homem ali é Jesus. Mas, será que nos permitiríamos conversar, tirar fotografias, dar um pouco de espetáculo? Não! Porque é Jesus! Certamente estaríamos em silêncio, no pranto e também na alegria de sermos salvos. Quando entramos na Igreja para celebrar a Missa pensemos nisto: entro no calvário, onde Jesus oferece a sua vida por mim. E assim desaparece o espetáculo, desaparecem as tagarelices, os comentários e estas coisas que nos afastam de algo tão bonito que é a Missa, o triunfo de Jesus.” (Audiência Geral, 22 de novembro de 2017).

Este chamado ao recolhimento não pretende retirar a alegria do povo cristão: ao contrário, convida a uma alegria que nasce do mistério e não do ruído. O silêncio litúrgico é, portanto, uma condição para escutar, para “fazer lugar” à presença de Deus.

“Quando vamos à Missa, talvez cheguemos cinco minutos antes e começamos a falar com quem está ao nosso lado. Mas não é o momento para falar: é o momento do silêncio a fim de nos prepararmos para o diálogo. É o momento de se recolher no coração a fim de se preparar para o encontro com Jesus. O silêncio é tão importante!” – Papa Francisco, Audiência Geral, 15 de novembro de 2017.

O Padre Inácio de Larrañaga complementa, em linguagem profundamente espiritual: “tudo que é definitivo nasce e amadurece no seio do silêncio: a vida, a morte, o além, a graça, o pecado. [...] Silêncio é o novo nome de Deus. Penetra tudo, cria, conserva e sustém tudo, e ninguém percebe. [...] Deus ‘é’ silêncio, desde sempre e para sempre. Opera silenciosamente nas profundidades das almas.”

Por que cultivar o silêncio antes da Missa?
O silêncio prepara o coração para o encontro com Cristo.
Permite que a liturgia fale e que a assembleia se una interiormente.
Evita que a celebração se reduza a espetáculo ou distração.

Natureza dos Ritos Iniciais

A Santa Missa divide-se em duas grandes partes: a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística. Ambas são precedidas pelos Ritos Iniciais e concluídas pelos Ritos Finais. Os Ritos Iniciais (Entrada, Saudação, Ato Penitencial, Kýrie, Glória e Oração do dia) não são meros enfeites: nos abrem o mistério e configuram a assembleia para escutar e celebrar. Como diz a Instrução Geral do Missal Romano: 

“A finalidade dos ritos é fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembleia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a Palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia” (Instrução Geral do Missal Romano, n. 46). 
Cada gesto e cada palavra tem sentido; compreendê-los ajuda a viver a Missa com mais participação e reverência.

Entrada

A procissão de entrada introduz a celebração e reúne o povo em canto:

“A finalidade desse canto é abrir a celebração, promover a união da assembleia, introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e acompanhar a procissão do sacerdote e dos ministros.” (IGMR, n. 47).

A entrada prepara a comunidade para o mistério que será celebrado. Cantar com a assembleia, acompanhar a procissão com atenção e recolhimento são atitudes essenciais para tornar aquele momento verdadeiramente comunitário e devoto. 

Sugestão prática: escolha um canto de entrada que introduza o tema litúrgico do dia e que seja simples o suficiente para que a assembleia cante com confiança, como a Antífona da entrada.

Saudação

Ao chegar ao presbitério, os ministros reverenciam o altar e proclamam a saudação que expressa a presença do Senhor na assembleia. A IGMR descreve os gestos de veneração ao altar e as genuflexões quando há tabernáculo: 

“Chegando ao presbitério, o sacerdote, o diácono e os ministros saúdam o altar com uma inclinação profunda. Em seguida, em sinal de veneração, o sacerdote e o diácono beijam o altar e, se for oportuno, o sacerdote incensa a cruz e o altar” (IGMR, n. 49).

Havendo “no presbitério tabernáculo com o Santíssimo Sacramento, o sacerdote, o diácono e os outros ministros fazem genuflexão, quando chegam ao altar e quando dele se retiram; não, porém, durante a própria celebração da Missa. Também fazem genuflexão todos os que passam diante do Santíssimo Sacramento, a não ser que caminhem processionalmente. Os ministros que levam a cruz processional e as velas, em vez de genuflexão, fazem inclinação da cabeça” (IGMR, n. 274).

O Papa explica o sentido de incensar o altar: “porque o altar é Cristo: é figura de Cristo. Quando fitamos o altar, olhamos precisamente para onde está Cristo. O altar é Cristo. Estes gestos, que correm o risco de passar despercebidos, são muito significativos, porque exprimem desde o início que a Missa é um encontro de amor com Cristo. [...] toda a comunidade em volta do altar, que é Cristo; não para olhar na cara, mas para fitar Cristo, porque Cristo está no centro da comunidade e não longe dela.” (Audiência Geral, 15 de novembro de 2017).

Logo após o canto de entrada, o sacerdote, de pé junto à cadeira, faz o sinal da cruz com toda a assembleia; segue-se a saudação, pela qual o presidente introduz a comunidade à celebração do dia. Importa notar a precisão da IGMR ao indicar que o sinal da cruz se faz “junto à cadeira” (não junto ao altar): tal indicação favorece uma adequada compreensão do espaço sagrado e do presidente – um ponto que merece reflexão nos nossos templos.

“Executado o canto da entrada, o sacerdote, de pé, junto à cadeira, faz o sinal da cruz com toda a assembleia; a seguir, pela saudação, expressa à comunidade reunida a presença do Senhor. Essa saudação e a resposta do povo exprimem o mistério da Igreja reunida. Feita a saudação ao povo, o sacerdote, o diácono ou outro ministro pode com brevíssimas palavras introduzir os fiéis na Missa do dia” (IGMR, n. 50).

Nota pastoral: essa “introdução com brevíssimas palavras” não é obrigatória. Se for feita, que seja sempre curta, clara e verdadeiramente introdutória – não um comentário programático ou anúncio extenso.

O Papa Francisco acrescenta ainda uma exortação pedagógica sobre o sinal da cruz: 
“o sacerdote que preside faz o sinal e de igual modo o fazem todos os membros da assembleia, conscientes de que o ato litúrgico se realiza ‘em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo’. E aqui passo para outro tema muito pequeno. Vistes como as crianças fazem o sinal da cruz? Não sabem o que fazem: às vezes fazem um desenho, que não é o sinal da cruz. Por favor: mãe e pai, avós, ensinai às crianças, desde o início - desde pequeninos - a fazer bem o sinal da cruz. E explicai-lhes que significa ter a cruz de Jesus como proteção. E a Missa começa com o sinal da cruz.” (Audiência Geral, 15 de novembro de 2017).

Para o Papa Bento XVI: “o Sinal da Cruz é a suma da nossa fé, e fazendo-o com o coração atento, entramos no pleno mistério da nossa salvação.” (Audiência Geral, 17 de setembro de 2008). O sinal da cruz reúne memória batismal, consciência da encarnação e convite à atenção interior. Não o façamos mecanicamente.

Ato Penitencial

O sacerdote convida a assembleia ao Ato Penitencial, que se realiza após breve silêncio e é concluído pela absolvição presbiteral (sem eficácia sacramental do sacramento da Penitência):

“Em seguida, o sacerdote convida para o ato penitencial que, após breve pausa de silêncio, é realizado por toda a assembleia através de uma fórmula de confissão geral e concluído pela absolvição do sacerdote. Tal absolvição, contudo, não possui a eficácia do sacramento da Penitência. Aos domingos, particularmente no Tempo Pascal, em lugar do ato penitencial de costume, pode-se fazer, por vezes, a bênção e aspersão da água em recordação do batismo.” (IGMR, n. 51).

Quando o presidente convoca: “Irmãos e irmãs, reconheçamos as nossas culpas...”, cada fiel é convidado a um ato interior de arrependimento. O silêncio que segue não é vazio: é escuta da própria consciência e reconhecimento da fragilidade humana. Como recorda o Papa: “ouvir em silêncio a voz da consciência permite reconhecer que os nossos pensamentos estão distantes dos pensamentos divinos, que as nossas palavras e as nossas ações são muitas vezes mundanas, isto é, guiadas por escolhas contrárias ao Evangelho.” (Audiência Geral, 3 de janeiro de 2018).

O Ato Penitencial ajuda a despojar-nos das presunções e a apresentar-nos a Deus tais como somos – pecadores, mas confiantes na misericórdia.

Pergunta para a assembleia: Como me apresento diante de Deus neste domingo? Tenho consciência de minhas limitações e confio na misericórdia?

Kýrie

O Kýrie (Senhor, tende piedade) é uma aclamação em que, em humildade, a assembleia implora a misericórdia divina. A IGMR indica que:

“Depois do ato penitencial, inicia-se sempre o Kýrie ou Senhor, tende piedade, a não ser que já tenha sido rezado no próprio ato penitencial. Tratando-se de um canto em que os fiéis aclamam o Senhor e imploram a sua misericórdia, é executado normalmente por todos, tomando parte nele o povo e o grupo de cantores ou o cantor.” (n. 52).

Cantar o Kýrie significa reconhecer a nossa dependência de Deus e expressar a esperança em sua compaixão.

Glória

O hino do Glória é um louvor antigo e venerável. A IGMR adverte que o texto do Glória não pode ser substituído e especifica as ocasiões em que é recitado ou cantado:

“O Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. O texto deste hino não pode ser substituído por outro. Entoado pelo sacerdote ou, se for o caso, pelo cantor ou grupo de cantores, é cantado por toda a assembleia, ou pelo povo que o alterna com o grupo de cantores, ou pelo próprio grupo de cantores. Se não for cantado, deve ser recitado por todos juntos ou por dois coros dialogando entre si. É cantado ou recitado aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma, nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes” (n. 53). 

O Papa Bento XVI oferece um belo comentário ao hino: “o Glória ressalta a continuidade existente entre o nascimento e a morte de Cristo, entre o Natal e a Páscoa, aspectos inseparáveis do único e mesmo mistério de salvação... A palavra ‘glória’ (doxa) indica o esplendor de Deus que suscita o louvor agradecido das criaturas.” (Audiência Geral, 27 de dezembro de 2006). Por isso, quando a assembleia entoa ou recita o Glória, ela participa de um louvor que une céu e terra, memória da noite santa e esperança pascal.

Oração Coleta

Após breve silêncio, o sacerdote convida todos à oração silenciosa (Oremos) e, em seguida, proclama a oração denominada coleta:

“O sacerdote convida o povo a rezar, todos se conservam em silêncio com o sacerdote por alguns instantes, tomando consciência de que estão na presença de Deus e formulando interiormente os seus pedidos. Depois o sacerdote diz a oração que se costuma chamar ‘coleta’, pela qual se exprime a índole da celebração. [...] O povo, unindo-se à súplica, faz sua a oração pela aclamação Amém. Na Missa sempre se diz uma única oração coleta.” (IGMR, n. 54).

O silêncio que precede a coleta não é mero formalismo: é a prece íntima da assembleia que dá autenticidade à oração pública do presidente. O Papa Francisco explica:

“o silêncio não se reduz à ausência de palavras, mas consiste em predispor-se a ouvir outras vozes: a do nosso coração e, sobretudo, a voz do Espírito Santo. [...] Portanto, antes da oração inicial, o silêncio ajuda a recolher-nos em nós mesmos e a pensar por que estamos ali... É para isto que serve o breve silêncio antes que o sacerdote, recolhendo as intenções de cada um, recite em voz alta a Deus, em nome de todos, a oração comum que conclui os ritos de introdução, realizando precisamente a ‘coleta’ das intenções individuais. Recomendo vivamente aos sacerdotes que observem este momento de silêncio e não se apressem: ‘oremos’, e que se faça silêncio. Recomendo isto aos presbíteros. Sem este silêncio, corremos o risco de descuidar o recolhimento da alma.” (Audiência Geral, 10 de janeiro de 2018).

O gesto do celebrante recitar a coleta com os braços abertos é significativo: imita Cristo na cruz, que “é o Orante e, ao mesmo tempo, a oração”. 

O equilíbrio entre palavra e silêncio

A Missa oferece momentos de expressão e momentos de recolhimento. A linguagem e o canto nos permitem louvar, confessar e aclamar; o silêncio, por sua vez, abre espaço para a escuta e a interiorização da Palavra. A Instrução Geral do Missal Romano sintetiza esse equilíbrio:

“Oportunamente, como parte da celebração, deve-se observar o silêncio sagrado. A sua natureza depende do momento em que ocorre em cada celebração. Assim, no ato penitencial e após o convite à oração, cada fiel se recolhe; após uma leitura ou à homilia, meditam brevemente o que ouviram; após a comunhão, enfim, louvam e rezam a Deus no íntimo do coração. Convém que já antes da própria celebração se conserve o silêncio na Igreja, na sacristia, na secretaria e mesmo nos lugares mais próximos, para que todos se disponham devota e devidamente para realizarem os sagrados mistérios.” (n. 45)

Silêncio e palavra não são antagônicos: são complementares. A palavra prepara o povo; o silêncio a interioriza. O encontro com o Senhor, diz o Papa Francisco, é “um encontro vivo, não um encontro de museu” – e esse encontro vivo aceita o recolhimento como condição para ser autêntico.

“Na nossa relação com o Senhor, deixamo-nos surpreender ou pensamos que a oração é falar a Deus como fazem os papagaios? Não, é confiar e abrir o coração para se deixar surpreender. Deixamo-nos maravilhar por Deus que é sempre o Deus das surpresas? Porque o encontro com o Senhor é sempre um encontro vivo, não é um encontro de museu. É um encontro vivo e nós vamos à Missa e não a um museu. Vamos a um encontro vivo com o Senhor.” Papa Francisco, Audiência Geral, 15 de novembro de 2017.

Isso nos leva a uma pergunta franca: o que entendo por “encontro vivo com o Senhor”? Seria um momento de exibicionismo, novidade a todo custo, algazarra? Ou é um encontro de adoração, recolhimento e serviço? A oração verdadeira brota do coração que se encontrou com Deus – não de encenações que confundem o sentido do rito.

Intenções da Missa e recolhimento

As intenções da celebração pertencem à dimensão da Oração Eucarística. A IGMR e a prática litúrgica orientam que as intenções não sejam transformadas em longas leituras públicas durante a Coleta ou antes da Missa. O momento adequado para que os fiéis tragam suas intenções é a oração silenciosa, quando cada coração as apresenta a Deus. As intenções pelos falecidos, em particular, encontram seu lugar próprio na Oração Eucarística e não exigem leituras que interrompam o recolhimento da assembleia.

Encerramento teológico e convite prático

A Missa é escola de oração. No silêncio ouvimos Deus; na Palavra somos formados; na Eucaristia somos configurados a Cristo. Como São João Calábria resumidamente nos lembra: 

“No silêncio o Senhor fala. Quem faz muito barulho não pode escutar a sua voz.”

A prática litúrgica concreta – chegar com antecedência, respeitar o silêncio, cantar com atenção, acolher a saudação, recolher-se no Ato Penitencial e unir-se à coleta – é expressão de uma espiritualidade que acolhe o mistério e se deixa transformar por ele.

Passo a passo (orientação prática para os fiéis)
1. Chegar com antecedência para preparar o coração em oração.
2. Participar ativamente da Missa conforme o ministério que se exerce.
3. Acompanhar a entrada dos ministros, os gestos e o canto com atenção.
4. Fazer o sinal da cruz com atenção interior e sem gestos mecânicos.
5. Responder à saudação do presidente com fé e interioridade.
6. Recolher-se no silêncio do Ato Penitencial, pedindo a misericórdia de Deus.
7. Cantar ou recitar o Glória como louvor único e comunitário.
8. Silenciar-se antes da coleta para oferecer a Deus as intenções pessoais.
9. Unir-se à oração do dia e confirmar com o “Amém”.


A Santa Missa é, verdadeiramente, o lugar onde o povo de Deus entra no mistério do Calvário para sair renovado na esperança pascal. Guardemos o silêncio que nos prepara, usemos a palavra que forma e celebremos com atenção, para que cada Missa seja encontro vivo com o Senhor – não um espetáculo, mas a ação sacramental que nos une a Cristo e nos envia a testemunhar sua misericórdia.

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Referências: 
ASSUNÇÃO, Rudi Albino de. O sacrifício da palavra: a liturgia da Missa segundo Bento XVI. Campinas: CEDET, 2016.
BENTO, Papa. Audiência Geral, 27 de dez. de 2006. Disponível em: http://www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/audiences/2006/documents/hf_ben-xvi_aud_20061227.html. Acesso em: 29 out. 2025.
BENTO, Papa. Audiência Geral, 17 de set. de 2008. Disponível em: https://www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/audiences/2008/documents/hf_ben-xvi_aud_20080917.html. Acesso em: 29 out. 2025.
BENTO, Papa. Homilia na Santa Missa da Noite de Natal, 24 de dez. de 2010. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/homilies/2010/documents/hf_ben-xvi_hom_20101224_christmas.html. Acesso em: 29 out. 2025.
FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 15 de nov. de 2017. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2017/documents/papa-francesco_20171115_udienza-generale.html. Acesso em: 29 out. 2025.
FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 22 de nov. de 2017. Disponível em: https://www.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2017/documents/papa-francesco_20171122_udienza-generale.html. Acesso em: 29 out. 2025.
FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 20 de dez. de 2017. Disponível em: http://www.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2017/documents/papa-francesco_20171220_udienza-generale.html. Acesso em: 29 out. 2025.
FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 3 de jan. de 2018. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2018/documents/papa-francesco_20180103_udienza-generale.html. Acesso em: 29 out. 2025.
FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 10 de jan. de 2018. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2018/documents/papa-francesco_20180110_udienza-generale.html. Acesso em: 29 out. 2025.
LARRANAGA, Inácio. O silêncio de Maria. 3 ed. São Paulo: Paulinas, 1977.

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Foto: Paróquia N. Sra. das Graças.

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