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Não transformemos a nossa mente num tribunal para julgar os outros

Antes de nos preocuparmos com o procedimento do próximo, devemos pensar em nós mesmos.

Espiritualidade Calabriana

15.06.2023 08:00:00 | 1 minutos de leitura

Não transformemos a nossa mente num tribunal para julgar os outros

"Evitem o espírito de crítica sobre atos e palavras dos outros. Não transformemos a nossa mente num tribunal sempre aberto para julgar nossos irmãos. 

Temos a obrigação de pensar bem: isso é caridade; é, também, a justiça, que reclama os seus direitos; ela quer que, antes de censurarmos nosso irmão, sejam apresentadas as provas. Mas, para fazermos isso, precisaríamos estar investidos de autoridade para fazer julgamentos. Ora, quem és tu, diz o Espírito Santo, para julgares o teu próximo? 

Nós bem sabemos que o Senhor reserva para si o direito de proferir qualquer sentença, concedendo-o apenas aos que disso estão encarregados por ofício. Nós, tais como somos, não passamos de uns cegos; quem poderá ter a presunção de estar enxergando as intenções do seu irmão? 

Antes de nos preocuparmos com o procedimento do próximo, devemos pensar em nós mesmos; devemos viver e tratar os outros com aquela cordialidade cheia de simplicidade, que é fruto da verdadeira fraternidade e que é a nossa riqueza." 

São João Calábria

Trecho do Livro Retornemos ao Evangelho
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