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    O Papa na Grécia: uma Igreja pobre para os pobres não com palavras, mas com gestos

    "Estou muito feliz com esta visita do Papa por duas razões: por fortalecer a relação com a Igreja ortodoxa e por dar voz aos migrantes e refugiados, muitas vezes esquecidos e deixados à margem", afirma o delegado do custódio da Terra Santa em Rodes, na Grécia, frei Gregory, ao expressar suas impressões sobre a visita de Francisco a Chipre e à Grécia. "O acolhimento e a abertura são as atitudes mais importantes, que a meu ver o Papa transmitiu perfeitamente", ressalta ainda o frade franciscano

    08.12.2021 | 2 minutos de leitura

    O Papa na Grécia: uma Igreja pobre para os pobres não com palavras, mas com gestos

    "O encontro na ilha de Lesbos com os refugiados foi muito importante, porque o Papa Francisco disse desde o início (de seu Pontificado) que queria uma Igreja pobre para os pobres e está fazendo isso não com palavras, mas com gestos."

    Com essas palavras, o delegado do custódio da Terra Santa na ilha de Rodes, na Grécia, o frade franciscano padre John-Luke Gregory, comenta um dos momentos mais significativos da viagem do Santo Padre a Chipre e à Grécia, iniciada na quinta-feira, 2 de dezembro, e concluída esta segunda-feira, dia 6.

    O Papa deu voz aos migrantes e refugiados

    Padre frei Gregory, que atua também na pastoral dos migrantes e refugiados junto com os frades que residem na comunidade de Rodes, disse ao site da Custódia da Terra Santa (www.custodia.org) suas impressões sobre a visita do Pontífice:

    "Estou muito feliz com esta visita do Papa por duas razões: por fortalecer a relação com a Igreja ortodoxa e por dar voz aos migrantes e refugiados, muitas vezes esquecidos e deixados à margem."

    Migrantes e refugiados, a Igreja na linha de frente

    "Dias atrás - revela o frade -, o prefeito de Rodes me disse que 25 mil pessoas passaram por nossa ilha: um número enorme. E para todas essas pessoas a Igreja católica, ou seja, nós, temos estado na linha de frente para responder a todo tipo de necessidade diária e eu sou a primeira testemunha disso."

    O Papa Francisco: acolhimento e abertura

    "Em sua homilia no estádio de Nicósia, o Papa disse uma coisa que me agradou muito: devemos aprender a carregar nossas feridas juntos. E esta é realmente uma bela síntese de sua encíclica ‘Fratelli tutti’, porque cada um de nós tem suas feridas e, ao compartilhá-las, não sentimos mais que estamos sozinhos."

    "Esta é também uma atitude essencial para cuidar dos migrantes e dos refugiados, que se sentem sozinhos e abandonados. O acolhimento e a abertura - conclui o frade franciscano - são as atitudes mais importantes, que a meu ver o Papa transmitiu perfeitamente."

    (com Sir)

     

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